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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

meninos gordos

 

 

 

“Meninos Gordos” são “alegoria da situação actual”
Uma em cada dez crianças escolhe outra, com excesso de peso, para melhor amigo. As possibilidades de uma pessoa obesa arranjar emprego são muito menores do que as de uma pessoa com peso “normal”. Apesar de tudo, Portugal é dos países europeus com maior percentagem de obesidade infantil (30% para crianças entre os cinco e os nove anos) e, se nada fizer, o caminho mais certo é o da diminuição da esperança de vida e, mais drástico ainda, de uma verdadeira epidemia.
Esta é a situação actual da sociedade portuguesa. A obesidade, adulta, mas especialmente infantil está a transformar-se num grande problema de saúde, mas também social. «Não podemos ficar descansados. É preciso fazer alguma coisa», desabafou ao Diário de Coimbra Helena Carvalheiro, garantindo que são cada vez mais as doenças, em crianças, inerentes à obesidade: desde diabetes tipo II, aos níveis altos de colesterol, passando pela apneia do sono.
A responsável do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo dos Hospitais da Universidade de Coimbra falava ontem, na inauguração da exposição “Meninos Gordos: contar uma história através da faiança», organizada em parceria com o Museu Antropológico da Universidade de Coimbra, e que, contando a história de dois meninos italianos, Mateus e Ana, duas atracções por toda a Europa por serem muito altos e muito gordos, que chegaram a Portugal entre 1842 e 1843 e inspiraram os ceramistas do Norte para fazerem pratos, paliteiros e esculturas, pretende chamar a atenção dos mais novos para o problema da obesidade.
«Não conhecemos nada sobre a história clínica destas duas crianças, muito provavelmente o seu problema seria genético, mas esta exposição é uma excelente alegoria à situação de hoje», afirmou Manuela Carvalheiro, recordando que as crianças estão, cada vez mais novas, a ingerir alimentos com muitos açucares e gorduras, isto para além de serem muito mais sedentárias do que antigamente.

Todos envolvidos

«Temos grandes possibilidades de vir a ter uma população adulta com graves problemas de saúde», continuou a especialista, mostrando-se particularmente satisfeita por a Direcção-Geral de Saúde estar preocupada em combater este problema, através da “Plataforma contra a obesidade”.
Sem especificar todas as medidas que estão incluídas neste programa, João Breda, representante da Direcção-Geral de Saúde, marcou presença na inauguração da mostra e falou na importância de toda a sociedade se envolver nesta “luta”: desde autarquias às grandes cadeias de restaurantes (responsável por 80% das refeições fora de casa), passando pelos profissionais de saúde e pelos próprios familiares.
Para já, estão a ser preparados dois estudos sobre a obesidade em crianças entre os dois e os cinco anos e para adolescentes entre os 12 e os 15 anos, estando também previsto um Inquérito Nacional de Saúde (não é feito há 30 anos) para «vigiar a alimentação dos portugueses». A Plataforma contra a obesidade” estará em funções antes do Natal, prevendo-se que tenha resultados em breve.
A exposição “Meninos Gordos: contar uma história através da faiança” é um pequeno passo para o muito que há para fazer, especialmente com o universo infantil. Até 14 de Dezembro, prevê-se a presença no Museu Antropológico de centenas de crianças que, através da Direcção Regional de Educação do Centro (DREC), serão convidadas a conhecer a viagem de Mateus e Ana por Portugal.
Mas mais. Os pequenos visitantes poderão participar activamente na exposição, envolvendo-se nos ateliers preparados para o efeito que os convidarão a “vestir a pele” dos “Meninos Gordos” ou a pesar-se e a medir-se para perceberem se são ou não parecidos com eles.
Para os adultos, foi preparado um ciclo de conferências em torno do tema. Depois de João Brede, está prevista, no dia 17 de Outubro, a presença de Manuel Areia, do Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra, para falar sobre “Os ‘excessos da natureza’ e a paixão do coleccionador”, seguindo-se a conferência “Meninos gordos: todos diferentes, todos iguais”, proferida por Dírcea Rodrigues, médica do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da Universidade de Coimbra.  

 

 

Ana Margalho

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publicado por Raul Coelho às 11:01
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